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Pesquisa Vox Populi: Lula lidera e Bolsonaro cresce

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Foi divulgada hoje uma nova rodada da pesquisa CUT-Vox Populi. O levantamento foi realizado entre os dias 29 e 31 de julho, mostra que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto para presidência da República.

A intenção de voto espontânea em Lula também, em junho 40% dos entrevistados disseram que votariam no ex-presidente. No fim de julho, o percentual aumentou para 42%.

Espontâneo

No cenário em que os entrevistados não recebem cartela com nomes e citam espontaneamente em quem pretendem votar para presidente da República em 2018, o percentual de Lula aumentou para 42%.

O segundo colocado é Bolsonaro, com 8% das intenções de voto. Marina vem em terceiro, com 2%; e, embolados com apenas 1% dos votos aparecem Moro (sem partido), Ciro Gomes (PDT-CE), Joaquim Barbosa (sem partido), Doria, Fernando Henrique e Alckmin.

Estimulado

Na intenção de voto foi estimulada com Alckmin (PSDB), o governador de São Paulo atinge 6% das intenções de voto e Lula (PT), 47%. Bolsonaro (sem partido) tem 13%, Marina (Rede), 7%, e Ciro (PDT), 3%.

No cenário com Doria (PSDB), prefeito de São Paulo, Lula (PT) tem 48% das intenções de voto, Bolsonaro (sem partido) manteve os 13%, Marina (REDE) subiu para 8% e o prefeito de São Paulo empatou com Ciro Gomes (PDT), com 4%.

Segundo Turno

A pesquisa identificou que o ex-presidente ganharia as disputas contra Bolsonaro, Marina, Alckmin e Dória.

Cenário 1

Lula (PT) 53%
Bolsonaro ( sem partido) 17%
Niguem/Branco/Nulo 21%
NS/NR 09%
Cenário 2

Lula (PT) 52%
Alckmin ( PSDB) 15%
Niguem/Branco/Nulo 24%
NS/NR 10%
Cenário 3

Lula (PT) 53%
Doria ( PSDB) 15%
Niguem/Branco/Nulo 23%
NS/NR 10%
Cenário 4

Lula (PT) 52%
Marina ( Rede) 15%
Niguem/Branco/Nulo 24%
NS/NR 09%
A pesquisa UT/Vox Populi, realizada nos dias 29 e 31 de julho, entrevistou 1999 pessoas com mais de 16 anos, em 118 municípios, em áreas urbanas e rurais de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior.

A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

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Bolsonaro partido – No PEN,Jair Bolsonaro mira 2018

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Depois de muita barganha, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) decidiu disputar as eleições presidenciais de 2018 pelo nanico Partido Ecológico Nacional, o PEN. Com o segundo lugar nas pesquisas de opinião (com 16% das intenções de voto), o deputado que defendeu torturadores e a violência policial está em situação de empate técnico com a ex-senadora Marina Silva (Rede) e atrás somente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A transação só não foi concluída pela lei de fidelidade partidária. Só será possível se desfiliar do PSC sem perda de mandato durante a janela partidária, prevista para março — no Congresso, discute-se a antecipação do período de trocas. A confirmação, contudo, foi dada pelas duas partes. O partido escolhido pelo presidenciável era um ilustre desconhecido de muita gente. Fundado em 2012, tem apenas três deputados na Câmara dos Deputados, 13 prefeitos e 522 vereadores. Parece pouco para alguém com pretensões de chegar ao Palácio do Planalto, mas na atual situação de desgaste da classe política, a estratégia se explica.

Bolsonaro falava abertamente a interlocutores que pretendia se filiar a um partido sobre o qual pudesse “ter controle”.

O PSC está longe de ser um gigante da República, mas tem um senador e 10 deputados, o triplo do PEN. Nenhum dos grandes partidos concederia este posto a um deputado que teve quatro votos na última eleição para presidente da Câmara. Por outro lado, partidos pequenos veem na sua figura uma chance de puxar votos e criar alianças para fazer crescer a bancada. Com esse ideal em mente, o próprio presidente do PEN, Adilson Barroso (SP), disponibilizou sua cadeira ao deputado para que ele fechasse com o PEN. Segundo Barroso, Bolsonaro recusou a Presidência, dizendo confiar no representante.

“Depois do anúncio do Bolsonaro, dezenas de lideranças nos ligaram interessadas em entrar para o partido, mas temos uma equipe avaliando se vale a pena. O PEN, com Bolsonaro como presidente da República, elege de 50 a 70 deputados, como o PT ou PMDB”, diz Barroso em entrevista a EXAME. “Fora que mais da metade dos partidos estará conosco no segundo turno”.

Caso os planos de Barroso se concretizem, o PEN passaria dos atuais 482.443,18 reais mensais em fundo partidário para uma cifra acima dos 6 milhões de reais por mês. Soma-se a isso, o aumento de tempo de TV nas eleições posteriores, outra grande moeda de troca no jogo de alianças políticas. O tempo de propaganda eleitoral das eleições municipais de 2016 foi determinado localmente. Em 2014, o PEN fez parte da coligação de Aécio Neves, que tinha cerca de cinco minutos disponíveis.

O PEN vai assinar em bloco com os filhos de Bolsonaro — Eduardo é deputado federal por São Paulo, Carlos é vereador no Rio e Flávio é deputado estadual no Rio. Todos serão candidatos em 2018, e é possível que Carlos concorra ao Senado pelo Rio. Ainda assim, o PEN terá poucos segundos de TV em 2018. O segredo é fechar a coligação com partidos maiores e simpáticos à agenda Bolsonaro. O senador Magno Malta (PR-ES) é um dos principais cotados e já sinalizou uma aliança com Bolsonaro. O PR tem 38 deputados federais – a quinta maior bancada – e traria minutos preciosos para a campanha. Assim se criaria condições para um partido nanico conseguir competir com os grandes.

Bolsonaro partido – E a ecologia?

Bolsonaro, como se sabe, ficou famoso por defender a ditadura e criticar homossexuais, mas em 2018 deve dar grande atenção ao problema da segurança pública, um dos temas que mais devem pesar na campanha. Aliar-se ao PEN, um partido conservador mas com agenda anódina, não chega a causar estranhamentos. Salvo na questão ambiental, que está no nome da sigla. Carlos Bolsonaro já disse que o aquecimento global é uma “pauta esquerdista”, e o pai segue a linha Donald Trump de renegar as ameaças climáticas.

“O PEN surgiu com intenção de bater na agenda sustentável, mas nunca mostrou nada nesse sentido. Apesar do nome, abrigou políticos mais conservadores. Por outro lado, o Bolsonaro ainda não tem uma agenda bem definida e um posicionamento contraditório. Ele se diz economicamente liberal, mas é contra as privatizações e a reforma da previdência”, afirma Juliano Griebeler, analista político da consultoria Barral M Jorge. “É difícil saber para onde vai essa aliança, exceto pelo fato de que tentarão o colocar como outsider, mesmo que não seja”.

Bolsonaro partido – Em conversas entre Barroso e Bolsonaro foi tratada uma “suavização” de imagem.

O deputado refuta qualquer menção de seu nome como ícone da “extrema-direita”, apesar de ressaltar feitos de governos da ditadura militar e invocar o nome de Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel do Exército por promover tortura a presos políticos quando chefiou o DOI-Codi. Bolsonaro diz que “amadureceu”.

“Ele tomou uma cuspida na cara e não faz nada, nem sequer deu um murro [no deputado Jean Wyllys, do PSOL], um homem desse não é extremo”, diz Barroso, relembrando o arranca-rabo que rendeu uma advertência ao deputado do PSOL.

O PEN deve inclusive mudar de nome, retirando a impressão que cuida apenas de temas ligados à sustentabilidade. Em enquete divulgada nas páginas do Facebook de partido e candidato, o nome vencedor até o momento é Patriota. Será a roupagem que um deputado há 26 anos no Congresso vai utilizar para vender a imagem de novidade.

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Bolsonaro escolhe partido pelo qual vai se candidatar à Presidência em 2018

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Acabou o mistério. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) irá se filiar ao Partido Ecológico Nacional, o PEN, que é registrado com o número 51. Mas, com sua filiação, o partido vai mudar de nome e deverá se chamar Prona (Partido da Reedificação da Ordem Nacional), cujo ex-líder Enéas é admirado pelo deputado, ou Patriotas. A mudança de nome é uma formalidade e basta uma convenção do partido para a troca se efetivar. Por essa nova legenda Bolsonaro disputará a presidência da República em eleições 2018.




O deputado autorizou seus auxiliares a confirmarem a troca, já discute o novo nome e até já posou numa foto ao lado do presidente do PEN, Adilson Barroso, fazendo com as mãos o número 51. “Nós vamos casar logo após o caso Temer”, disse Bolsonaro a amigos, se referindo à votação da denúncia contra o peemedebista na Câmara, que ocorre nesta semana.

Leia também: Bolsonaro vai disputar o senado

Bolsonaro conversou na manhã deste domingo (30) com o advogado Paulo Fernando Melo, que atua na Justiça Eleitoral e será o responsável pelos protocolos burocráticos da mudança do nome da legenda. Melo confirmou à Gazeta do Povo a filiação de Bolsonaro ao PEN e também que o partido mudará de nome.

O presidente nacional do PEN, Adilson Barroso, afirmou que está “99,9%” fechado. “O noivado vai de vento em popa e só falta assinar o contrato de casamento, que acontecerá em alguns dias, com sua assinatura da ficha de filiação. Faremos uma grande festa”, disse à Gazeta.

A tendência é que o partido passe a se chamar Prona, dada a ligação de Bolsonaro com as ideias de Enéas, que morreu em maio de 2007, após contrair uma leucemia. Enéas foi três vezes candidato a presidente da República, sempre com poucos segundos de tempo de TV. Ficou conhecido por seu bordão “Meu nome é Enéas” e por suas propostas nacionalistas. Na disputa para o Planalto em 1994, Enéas obteve 4,6 milhões de votos, ficando em terceiro lugar. Em 2006, o Prona se fundiu ao Partido Liberal (PL) e ambos passaram a se chamar PR, que existe até hoje.




Leia também: Bolsonaro diz que, como militar, sua especialidade á matar

“Não vejo como o nome do nosso novo partido não ser Prona. É um partido que já foi aceito pela população e que já obteve quase cinco milhões de votos com o Enéas”, disse Barroso, que explicou o “ecológico” de seu atual partido. “Tem ecológico no nome, mas não é um radical da ecologia”.

Além de Patriotas o outro nome pensado foi o de “Pátria amada, Brasil”, mas foi descartado por Bolsonaro.

Barroso disse que a filiação de Bolsonaro vai permitir a coligação com partidos médios para a disputa da Presidência da República e a legenda irá atrair também muitos vereadores e deputados estaduais e federais. “Até um senador já me ligou”, disse.

Paulo Fernando Melo afirmou que a mudança do nome é simples. “É legal e não há segredo. Assim como o PFL virou DEM e, agora mais recente, o PTN virou Podemos, o PEN vai também mudar de nome”.

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Governo Temer é aprovado por 5% e reprovado por 70%, diz Ibope

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Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):
Ótimo/bom: 5%
Regular: 21%
Ruim/péssimo: 70%
Não sabe/não respondeu: 3%
Segundo o Ibope, a aprovação de 5% é o menor índice desde o início da série histórica do instituto, que teve início em março de 1986. Antes do resultado de Temer, o pior havia sido o do ex-presidente José Sarney, que em junho/julho de 1989 teve 7% de ótimo/bom.

O instituto de pesquisa ressaltou que, por conta da margem de erro da pesquisa de dois pontos percentuais para mais e para menos, tecnicamente Temer e Sarney estariam empatados.
O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 13 e 16 de julho e ouviu 2 mil pessoas em 125 municípios.
O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Esta é a segunda pesquisa Ibope encomendada pela CNI divulgada neste ano. No último levantamento, de março, Temer aparecia com aprovação de 10% dos entrevistados, enquanto 55% consideravam o governo “ruim/péssimo” e 31%, “regular” – à época, 4% não souberam opinar ou não responderam.

Desde que Temer se tornou presidente efetivo, após o impeachment de Dilma Rousseff ser aprovado pelo Congresso Nacional, esta é a quarta pesquisa Ibope encomendada pela CNI (as anteriores foram divulgadas em março deste ano, em dezembro e em outubro de 2016; houve uma em julho do ano passado, mas Temer ainda era presidente em exercício).

Fique por dentre de pesquisa eleitoral Bolsonaro 2018!

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Bolsonaro: Será difícil ficar no país se PT ou PSDB vencerem

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Deputado Bolsonaro atribui crise econômica à violência, diz que será candidato para cumprir missão de Deus e afirma que ideologia é tão ou mais grave do que corrupção

“Não faço isso por obsessão. Entendo que o que acontece comigo é uma missão de Deus e ponto final.” É assim que o deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ), de 62 anos, justifica o interesse em ser pré-candidato à Presidência da República. O militar da reserva ganhou popularidade em um cenário de insatisfação popular com a política e alcançou a segunda colocação na pesquisa Datafolha de junho, com 16% das intenções de voto – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 30%.

Bolsonaro rompeu com a direção do PSC e deixará o partido até março do ano que vem, quando abrirá a próxima “janela partidária” – um projeto de reforma política pretende antecipar o prazo. Em busca de uma sigla para abrigar sua candidatura às eleições de 2018, Bolsonaro já conversou com o Muda Brasil, projeto capitaneado pelo ex-deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), condenado no mensalão, e com o PHS. Hoje ele negocia com o PSDC, de José Maria Eymael, citado nas delações da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato.

Simpatizante da ditadura militar e crítico de direitos humanos e programas sociais, Bolsonaro é chamado de aventureiro político por seus opositores. “Esses caras querem me desqualificar. Já cansaram de me chamar de fascista, racista, homofóbico e xenófobo.” O deputado, que atribui a crise econômica à violência urbana, se vê como um “ponto de inflexão” na política. Caso perca a eleição para um candidato do PT, PSDB ou PMDB – “todo mundo é de esquerda” –, diz que cogitará deixar o Brasil. “A questão ideológica é tão ou mais grave que a corrupção.”

Por que o senhor quer disputar a Presidência?

Há alguns anos vinha observando o destino do Brasil, o que temos e o que não somos. Vinha observando o perfil dos candidatos, como eram feitas as negociações e como o povo é esquecido nesse trabalho político que rola em Brasília. Tem muita coisa errada. Nós temos tudo para ser uma grande nação. Faltam homens que tenham o comprometimento com o país, e não com grupos políticos. A partir desse principio, comecei a me preparar para ter chances de disputar alguma convenção partidária.

Quais devem ser as prioridades da campanha?

Hoje em dia não dá para falar em quase nada se você não diminuir a temperatura da questão da violência. O pessoal fala muito em economia, mas o que é a economia perto da violência? O país não tem economia. Eu raramente vou sair à noite para comer uma pizza com a minha família na Barra da Tijuca. Muitas pessoas compram relógio e tênis nas feiras do Paraguai porque serão assaltadas se adquirirem algo razoável. Você não tem economia se não começar no básico, no bê-á-bá. A prioridade de qualquer candidato – e pode ser até a prioridade do Temer agora – é baixar a temperatura da questão da violência.

Não é simplista tratar a crise econômica dessa forma?

Eu estou te dando o bê-á-bá, o que será o alicerce do meu programa. Acho muito simplista, sim, falar que inflação se resolve só com taxa Selic. A dívida chegou a esse monumento por causa dessa política simplista. Aí eu te pergunto: quantos especialistas em economia existem no país? Olha o [Henrique] Meirelles [ministro da Fazenda]. O Meirelles participou do Banco Central do Lula, e estamos nesse caos. Eu que sou o simplista aqui? Olhe onde a elite econômica jogou essa grande nação. Você quer que eu fale outras coisas sobre economia? Quero a desburocratização, quero fazer o possível para diminuir a carga tributária, mas sem falar em um grande acordo. Já assisti mais de uma discussão demoradíssima sobre reforma tributária, em que todo mundo concorda desde que não perca nada. Se for para entrar em campanha para fazer a mesma coisa que esses caras sempre fizeram na economia, eu estou fora.

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Bolsonaro diz que ‘anda namorando’ o PSDC de Eymael

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O deputado Jair Bolsonaro (RJ) afirmou nesta terça-feira, 18, que está de saída do PSC e que “anda namorando” outra legenda, o PSDC, presidida por José Maria Eymael (SP). Com a divulgação da mais recente pesquisas do DataPoder360, em que Bolsonaro aparece em empate técnico com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ( Lula 26%; Bolsonaro 21%), a procura por outra legenda intensificou-se. “Com a Lava Jato e tudo mais, não adianta eu entrar para um partido grande e enrolado em denúncias. Estou a procura de um partido que não tenha esse tipo de problema”, disse Bolsonaro. Eymael obteve 61.233 votos como candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDC, em 2014.

Bolsonaro presidente chegou a conversar com o Muda Brasil, partido que ainda depende de decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas teme que a legenda não consiga se concolidar antes do prazo legal (um ano antes da eleição). “Com as redes sociais, uma campanha não precisa, necessariamente, ter muito tempo de TV. Acredito também que com 22% das intenções de votos estaria garantido no segundo turno”, afirmou.

Sobre o PSDC, Bolsonaro declarou que “sempre” teve adminração por Eymael. “Acompanho desde o tempo da Constituinte (1988)”, disse. Bolsonaro calcula que essa decisão deva sair até o final de agosto. “Procuro um partido honesto, patriota e cristão”, completou.

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Bolsonaro volta a crescer e se aproxima de Lula em disputa pela presidência

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O pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSC) cresceu sete pontos percentuais em um mês e já aparece em empate técnico com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informa pesquisa de intenção de voto do DataPoder360. Lula tem a preferência de 26% dos eleitores. A pesquisa, estimulada, foi realizada entre 9 e 10 de julho, com 2.178 entrevistados em 203 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Quando o pré-candidato do PSDB é o governador paulista Geraldo Alckmin, Bolsonaro é o único a apresentar crescimento fora da margem de erro em comparação com junho.

Favorito, Lula tem queda quando simulado um cenário com o prefeito João Doria como candidato tucano. A pesquisa foi realizada antes da condenação de Lula pelo juiz Sergio Moro, na semana passada.

Alckmin tem até agora o seu melhor desempenho desde abril. O tucano surge com 10%, uma evolução de seis pontos percentuais em relação a dois meses atrás. Quem também cresce – seis pontos – nas projeções é Marina Silva, do Rede, no cenário com Doria candidato. Ela atinge 12% e empata na margem de erro com o prefeito paulistano (13%).

Doria se manteve no mesmo patamar desde a primeira pesquisa feita pelo instituto, em abril. Hoje, tem 13%. O nome do prefeito é mais forte no Sudeste (20%) e Sul (21%), mesmas regiões onde Bolsonaro presidente domina, com até 53% de preferência. No Nordeste, Doria tem só 2%. Eleitores indecisos, que votariam branco ou nulo somam 34%.

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Parlamentares pedirão que PGR investigue liberação de emendas para base aliada de Temer

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Os deputados Alessandro Molon (Rede-RJ) e Aliel Machado (Rede-PR) e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) deverão entregar à PGR (Procuradoria-Geral da República), na tarde desta segunda-feira, 17, uma representação contra o presidente Michel Temer.

Conforme levantamento do jornal O Estado de S. Paulo publicado neste domingo (16), dos 40 deputados que votaram pela rejeição do parecer que recomendava a abertura de investigação contra o presidente Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, 39 tiveram R$ 266 milhões em emendas parlamentares empenhadas, de acordo com valores atualizados.jair bolsonaro Esse valor corresponde ao período entre junho, após a divulgação da delação do empresário Joesley Batista, que foi usada na denúncia contra Temer, e as duas primeiras semanas deste mês, às vésperas da votação.

Os congressistas da Rede pedirão que a PGR investigue a liberação de emendas para deputados da base governista dentro da votação do parecer sobre a denúncia contra Temer analisada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados.

O documento foi elaborado com base em um levantamento feito pela assessoria de Alessandro Molon sobre as emendas liberadas.

“Queremos impedir que Temer continue usando dinheiro público para obstruir a Justiça e permanecer impune com a ajuda do Congresso. Além disso, queremos impedir que serviços essenciais sejam prejudicados por causa dessas manobras ilegais e irresponsáveis do governo”, afirmou o deputado.

As trocas feitas pelo governo na CCJ da Câmara, antes da votação da denúncia, também ajudaram a elevar o valor desembolsado.bolsonaro 2018 Os 14 deputados que se tornaram titulares do colegiado da Casa com ajuda do Palácio do Planalto receberam mais de R$ 106 milhões em recursos. No entanto, dois deles contrariaram o governo e votaram pela admissibilidade da denúncia: Renata Abreu (Podemos-SP) e Laércio Oliveira (SD-SE).

Fogo amigo

Durante a defesa de seu voto como relator do parecer sobre a denúncia, feito na última quinta-feira (13), Sergio Zveiter (PMDB-RJ) já havia acusado o presidente Temer de usar as verbas de emendas parlamentares em busca de apoio na comissão.

— O senhor Michel temer, contra quem pesam seríssimos indícios, acha que pode, usando bilhões de reais de dinheiro público, submeter a Câmara dos Deputados a seu bel sabor para proibir a sociedade de saber o que realmente aconteceu.

Advogado, Zveiter argumentou que os “bilhões de reais” repassados a parlamentares configurariam ainda crime de obstrução de justiça.

Naquela ocasião, o relatório de Zveiter foi rejeitado por 40 votos a 25 votos, levando à seleção de um novo relator, Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) com um parecer contrário à denúncia feita pela PGR contra o presidente por corrupção. Este novo relatório foi aprovado na CCJ por 41 votos a 25.

O parecer da CCJ agora segue para votação no plenário da Câmara, onde é necessária a aprovação de 2/3 dos 513 deputados federais para autorizar o STF (Supremo Tribunal Federal) a investigar o presidente Michel Temer pela denúncia, apresentada por Eduardo Janot, procurador-geral da República, por corrupção passiva.

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Defesa de Lula entra com recurso e pede esclarecimentos sobre ‘omissões e contradições’

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A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu da decisão do juiz federal Sérgio Moro de condená-lo a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.bolsonaro 2018 Apresentados na sexta-feira (14) pelos advogados do ex-presidente, os chamados embargos de declaração pedem que Moro esclareça supostas “omissões, contradições e obscuridades” na decisão.

Logo no início da solicitação, a defesa critica a “ausência de imparcialidade” do juiz ao julgar o caso,jair bolsonaro argumentando que a sentença proferida não considerou elementos que, para os advogados, atestam que Lula não cometeu os crimes.

Para solicitar os embargos de declaração, o documento protocolado na 13ª Vara Criminal de Curitiba descreve dez pontos que vão desde omissões de Moro quanto às afirmações da defesa a questionamentos sobre a dosimetria da pena aplicada.

A condenação é relativa ao processo que investigou a compra e a reforma de um apartamento triplex no Guarujá, litoral de São Paulo. Na sentença, o magistrado afirma que as reformas executadas no apartamento pela empresa OAS provam que o imóvel era destinado ao ex-presidente. Uma das supostas obscuridades apontadas pela defesa do petista diz respeito à “desqualificação” das declarações de testemunhas que corroboram a tese dos advogados.

“Mais descabido, ainda, é o julgador, ao mesmo tempo em que ignora os testemunhos alinhados com a tese defensiva, considerar somente as declarações que convergem com a hipótese acusatória, estas oriundas, obviamente, de delatores e de aspirantes a delatores, como é o caso do corréu Léo Pinheiro (lembre-se, por relevante, que Léo Pinheiro, como corréu, depôs sem a obrigação da verdade e, ainda, durante a negociação de um acordo de delação premiada, como foi esclarecido por sua Defesa). Tal posição, mais uma vez, denota o comprometimento do juízo como castelo teórico construído pela Força-Tarefa “Lava-Jato” em relação ao ex-presidente Lula”, escreveram.

No tópico referente a supostas omissões de fatos relacionados à transferência do imóvel, a defesa afirma que Moro quis transformar em ‘prova’ o fato de a OAS Empreendimentos não ter tomado qualquer medida para que Lula e a ex-primeira dama, Marisa Letícia, formalizassem a compra do apartamento, desistissem do negócio ou retomassem o pagamento das parcelas.

“Ora, mais uma vez o juízo despreza todo o arcabouço probatório e confere uma interpretação absolutamente descabida aos fatos. A Bancoop não tinha ação para tomar contra D. Marisa. A falecida esposa do e x-p residente Lula tinha um crédito, não uma dívida. Tampouco a OAS Empreendimentos tinha algo a fazer contra D. Marisa. Não havia contrato para obrigar D. Marisa a fazer qualquer pagamento!”, afirma.

Repetindo a sustentação de que há “prova cabal” da inocência de Lula, a defesa alega ainda que a OAS “sempre exerceu faculdades de proprietária do imóvel”. Da mesma forma, o documento aponta que, de acordo com as “provas testemunhais”, o ex-presidente “jamais teve a posse do referido triplex”.

“Mais uma vez: se a proprietária não transferiu a unidade 164-A para o ex-presidente Lula, tendo inclusive cedido os direitos creditórios sobre a venda do referido imóvel a um fundo administrado pela Caixa Econômica Federal; se o ex-presidente Lula não exercia as faculdades de proprietário ou o corpus intrínseco ao possuidor do bem, qual a vantagem indevida obtida, apta a configurar os crimes de corrupção e lavagem? Nenhuma!”, argumenta.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o advogado Cristiano Zanin Martins informou que entrará com recurso de apelação na segunda instância, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, depois que o juiz Sérgio Moro julgar os embargos.

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O que dizem os fatos e os políticos que comentaram a condenação de Lula

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Logo após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro nesta quarta-feira (12),bolsonaro 2018 muitos políticos, principalmente os cotados para as eleições presidenciais do ano que vem, se posicionaram nas redes sociais.
Para o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), a sentença significa que “o maior cara de pau do Brasil foi condenado”.bolsonaro presidente Jair Bolsonaro (PSC-RJ) parabenizou Sérgio Moro “pelo trabalho maravilhoso” que a equipe vêm fazendo em prol de um Brasil melhor. Já a ex-senadora Marina Silva (Rede) apenas disse que “ninguém é grande demais, poderoso demais, importante demais para estar acima da lei”. Ciro Gomes (PDT) também comentou a condenação e afirmou que, apesar de também acreditar que ninguém está “imune ao alcance da Justiça”, não há provas cabais de corrupção.
Aos Fatos checou as publicações nos perfis de alguns dos deputados e senadores mais influentes nas redes sociais. Quanto à condenação, já checamos as declarações feitas pelo PT, pela defesa e pelo próprio Lula.

Lula realmente foi o primeiro ex-presidente a ser condenado criminalmente pela Justiça, como afirma Eduardo Bolsonaro em uma declaração em seu perfil no Twitter. Apesar de Dilma Rousseff também ter sido condenada por crime de responsabilidade, de acordo com a a lei 1.079/1950, sua sentença foi dada pelo plenário do Senado, não pela Justiça. A condenação da ex-presidente implicou na perda de seu mandato e poderia tê-la tornado inelegível a qualquer cargo público por oito anos. Por decisão do Supremo Tribunal Federal durante a votação do impeachment no Senado, no entanto, Dilma não perdeu os direitos políticos.
Já Michel Temer foi o primeiro presidente em mandato acusado de corrupção. A denúncia foi feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no dia 26 de junho. O presidente aguarda a Câmara decidir se dará prosseguimento à acusação.
Porém, se Lula vier a ser condenado em segunda instância, ele não será o primeiro ex-presidente preso. Hermes da Fonseca ficou meses na prisão em 1922 por envolvimento na revolta tenentista. Washington Luís e Artur Bernardes também foram encarcerados por apoiar revoltosos constitucionalistas no governo de Getúlio Vargas. Nenhum deles foi condenado.

Apesar de ter sido condenado pelo juiz Sérgio Moro, o ex-presidente Lula não perdeu seus direitos políticos e ainda pode se candidatar a cargos públicos, inclusive à Presidência da República. A declaração que afirmava o contrário foi publicada no perfil do Twitter do MBL (Movimento Brasil Livre).
Com a condenação, Lula agora deve ser julgado em segunda instância pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Uma condenação nessa instância enquadraria Lula na Lei da Ficha Limpa, o que o tornaria inelegível. Portanto, o ex-presidente só perde os direitos políticos se a condenação for mantida pelos desembargadores.
Além disso, se a pena de nove anos e seis meses for mantida, Lula se tornará inelegível pelo dobro do tempo de acordo com a lei 9.613/1998, o que totalizaria 19 anos, não 18.
Ao contrário do que afirma o senador em sua conta no Twitter, a denúncia de corrupção contra o presidente Michel Temer e notícias a respeito da aprovação da reforma trabalhista não desapareceram do noticiário. Na página princial do site da Folha, por exemplo, cerca de 24 horas depois da condenação de Lula, na última quinta-feira (13), a manchete explicitava a manobra do governo para derrubar parecer favorável à denúncia contra Michel Temer sob a vinheta “Governo Encurralado”. Na lateral, ocupando também posição de destaque, está a notícia de que Temer sancionou a reforma trabalhista, que altera a CLT.
É apenas mais embaixo, em segundo plano, que vem a informação de que o presidente do Tribunal Regional Federal afirma que o caso de Lula será julgado antes da eleição.

É importante ressaltar, no entanto, que o Brasil pode voltar a fazer parte do Mapa da Fome, de acordo com novo relatório da ONU, devido aos cortes nos Programas de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar e na exclusão de famílias do Bolsa Família.