Pesquisa Vox Populi: Lula lidera e Bolsonaro cresce

Foi divulgada hoje uma nova rodada da pesquisa CUT-Vox Populi. O levantamento foi realizado entre os dias 29 e 31 de julho, mostra que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto para presidência da República.

A intenção de voto espontânea em Lula também, em junho 40% dos entrevistados disseram que votariam no ex-presidente. No fim de julho, o percentual aumentou para 42%.

Espontâneo

No cenário em que os entrevistados não recebem cartela com nomes e citam espontaneamente em quem pretendem votar para presidente da República em 2018, o percentual de Lula aumentou para 42%.

O segundo colocado é Bolsonaro, com 8% das intenções de voto. Marina vem em terceiro, com 2%; e, embolados com apenas 1% dos votos aparecem Moro (sem partido), Ciro Gomes (PDT-CE), Joaquim Barbosa (sem partido), Doria, Fernando Henrique e Alckmin.

Estimulado

Na intenção de voto foi estimulada com Alckmin (PSDB), o governador de São Paulo atinge 6% das intenções de voto e Lula (PT), 47%. Bolsonaro (sem partido) tem 13%, Marina (Rede), 7%, e Ciro (PDT), 3%.

No cenário com Doria (PSDB), prefeito de São Paulo, Lula (PT) tem 48% das intenções de voto, Bolsonaro (sem partido) manteve os 13%, Marina (REDE) subiu para 8% e o prefeito de São Paulo empatou com Ciro Gomes (PDT), com 4%.

Segundo Turno

A pesquisa identificou que o ex-presidente ganharia as disputas contra Bolsonaro, Marina, Alckmin e Dória.

Cenário 1

Lula (PT) 53%
Bolsonaro ( sem partido) 17%
Niguem/Branco/Nulo 21%
NS/NR 09%
Cenário 2

Lula (PT) 52%
Alckmin ( PSDB) 15%
Niguem/Branco/Nulo 24%
NS/NR 10%
Cenário 3

Lula (PT) 53%
Doria ( PSDB) 15%
Niguem/Branco/Nulo 23%
NS/NR 10%
Cenário 4

Lula (PT) 52%
Marina ( Rede) 15%
Niguem/Branco/Nulo 24%
NS/NR 09%
A pesquisa UT/Vox Populi, realizada nos dias 29 e 31 de julho, entrevistou 1999 pessoas com mais de 16 anos, em 118 municípios, em áreas urbanas e rurais de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior.

A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Governo Temer é aprovado por 5% e reprovado por 70%, diz Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):
Ótimo/bom: 5%
Regular: 21%
Ruim/péssimo: 70%
Não sabe/não respondeu: 3%
Segundo o Ibope, a aprovação de 5% é o menor índice desde o início da série histórica do instituto, que teve início em março de 1986. Antes do resultado de Temer, o pior havia sido o do ex-presidente José Sarney, que em junho/julho de 1989 teve 7% de ótimo/bom.

O instituto de pesquisa ressaltou que, por conta da margem de erro da pesquisa de dois pontos percentuais para mais e para menos, tecnicamente Temer e Sarney estariam empatados.
O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 13 e 16 de julho e ouviu 2 mil pessoas em 125 municípios.
O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Esta é a segunda pesquisa Ibope encomendada pela CNI divulgada neste ano. No último levantamento, de março, Temer aparecia com aprovação de 10% dos entrevistados, enquanto 55% consideravam o governo “ruim/péssimo” e 31%, “regular” – à época, 4% não souberam opinar ou não responderam.

Desde que Temer se tornou presidente efetivo, após o impeachment de Dilma Rousseff ser aprovado pelo Congresso Nacional, esta é a quarta pesquisa Ibope encomendada pela CNI (as anteriores foram divulgadas em março deste ano, em dezembro e em outubro de 2016; houve uma em julho do ano passado, mas Temer ainda era presidente em exercício).

Fique por dentre de pesquisa eleitoral Bolsonaro 2018!

Bolsonaro diz que ‘anda namorando’ o PSDC de Eymael

O deputado Jair Bolsonaro (RJ) afirmou nesta terça-feira, 18, que está de saída do PSC e que “anda namorando” outra legenda, o PSDC, presidida por José Maria Eymael (SP). Com a divulgação da mais recente pesquisas do DataPoder360, em que Bolsonaro aparece em empate técnico com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ( Lula 26%; Bolsonaro 21%), a procura por outra legenda intensificou-se. “Com a Lava Jato e tudo mais, não adianta eu entrar para um partido grande e enrolado em denúncias. Estou a procura de um partido que não tenha esse tipo de problema”, disse Bolsonaro. Eymael obteve 61.233 votos como candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDC, em 2014.

Bolsonaro presidente chegou a conversar com o Muda Brasil, partido que ainda depende de decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas teme que a legenda não consiga se concolidar antes do prazo legal (um ano antes da eleição). “Com as redes sociais, uma campanha não precisa, necessariamente, ter muito tempo de TV. Acredito também que com 22% das intenções de votos estaria garantido no segundo turno”, afirmou.

Sobre o PSDC, Bolsonaro declarou que “sempre” teve adminração por Eymael. “Acompanho desde o tempo da Constituinte (1988)”, disse. Bolsonaro calcula que essa decisão deva sair até o final de agosto. “Procuro um partido honesto, patriota e cristão”, completou.

Jornal dos EUA diz que Bolsonaro é o “Trump brasileiro”

Após o deputado Jair Bolsonaro aparecer em segundo lugar em pesquisas de intenções de votos à Presidência, o jornal norte-americano Quartz publicou uma comparação entre o brasileiro e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que também era tido como candidato improvável nas eleições à Casa Branca em 2016.
“A eleição de Trump ensinou aos norte-americanos que qualquer candidato, não importa o quanto ele pareça, deve ser levado a sério por todos antes que seja tarde demais”, diz o texto.

De acordo com a publicação Bolsonaro Presidente, embora a população dos EUA não conheça a história de Bolsonaro, ela é parecida com a do republicano e, portanto, “os brasileiros precisam entender isso agora”.

O deputado, que representa o Rio de Janeiro na Câmara dos Deputados do Brasil, tem feito reivindicações racistas, homofóbicas e xenófobas desde que entrou na política em 1988. “Eu não tento agradar a todos. Eu não sou bom, mas os outros são muito ruins. Eles tentam me derrubar, mas continuo a subir nas pesquisas”, declarou o brasileiro ao portal Vice News .

O Quartz define Bolsonaro como um “fenômeno popular” na política brasileira e suas declarações polêmicas podem ser comparadas por diversas vezes as de Trump. O magnata também é conhecido por seu estilo excêntrico e politicamente incorreto.

Segundo o jornal, o discurso do deputado é centrado em suas visões conservadoras sobre uma série de questões sociais. Ele já deixou claro que “preferiria ter um filho morto do que um homossexual” e que a comunidade LGBT está tentando assumir a sociedade.

Para Bolsonaro, “esses grupos querem alcançar nossos filhos para transformá-los em adultos gays para satisfazer a sexualidade dos homossexuais no futuro”, diz a publicação.

Policiais são presos por cobrança de propina em rodovias que cortam o Triângulo Mineiro

Quinze policiais rodoviários federais e quatro empresários foram presos após serem investigados em crimes relacionados a pagamentos de propina em rodovias do Triângulo Mineiro. A operação da Polícia Federal (PF), em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Controladoria-Geral da União (CGU), foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (22) em Uberlândia para cumprimento de mandados de prisão e apreensão. Os nomes dos investigados não foram divulgados pelas autoridades policiais.

Durante a manhã, concederam entrevista à imprensa o delegado-chefe da Polícia Federal de Uberlândia, Carlos Henrique Cotta D’Ângelo, o representante da Corregedoria-Geral da PRF, Célio Constantino da Costa, e o superintendente da CGU em Minas Gerais, Bruno Barbosa Cerqueira Alves. Confira no vídeo acima a íntegra das entrevistas.
De acordo com Constantino, os policiais serão ouvidos pelo delegado de Uberlândia e, em seguida, levados para um presídio de Belo Horizonte enquanto são finalizados os inquéritos policiais e procedimentos administrativos. “Nós estamos instaurando os processos administrativos disciplinares e aqueles servidores que, efetivamente, as provas forem confirmadas serão demitidos da instituição ao final do processo”, disse.
As investigações começaram há sete meses depois que a Corregedoria da PRF em Brasília recebeu a denúncia. Em seguida, foi instaurado inquérito pela Delegacia Federal de Uberlândia.

A CGU informou que participou de análise da movimentação financeira e evolução patrimonial dos acusados, relação destes com outras pessoas físicas e jurídicas, além de fornecer levantamento de indícios de ilícitos administrativos.
Operação ‘Domiciano’
A 2ª Vara Criminal de Uberlândia expediu 19 mandados de prisão preventiva e 33 de busca e apreensão, que foram cumpridos nesta manhã em Uberlândia, Araguari, Monte Alegre de Minas, Canápolis, Centralina, Delfinópolis e Itumbiara (GO).
De acordo com a PF, os investigados solicitavam propina dos usuários das rodovias que trafegavam de forma irregular, deixando de aplicar multas. Enquanto isso, empresários dos ramos de seguros, guincho e pátio eram beneficiados no esquema ao obter vantagens na relação com os policiais acusados, sendo priorizados para atendimento de acidentes e ocorrências, com o objetivo de ter lucro fácil.

Participaram do cumprimento de mandados aproximadamente 140 policiais rodoviários federais, 60 policiais federais e sete auditores da CGU.
A operação foi nomeada como “Domiciano” em referência ao antigo imperador romano do século I, Tito Flavio Domiciano, que entrou para história pela intolerância com a corrupção no império romano.
Crimes diversos
A maioria dos policiais presos tinha mais de 20 anos de carreira na corporação. A Polícia Federal explicou que, em alguns casos, os policiais cobravam a propina ao abordar os caminhoneiros nas rodovias ou os veículos eram removidos aos “pátios parceiros”. As vítimas no suposto esquema pagavam os valores aos pátios, que repassavam parte do dinheiro aos policiais rodoviários. O proprietário de uma das empresas é de Monte Alegre de Minas e também foi preso.
Em outras situações, funcionários de empresas de guincho iam até o trecho das abordagens para auxiliar na remoção dos veículos configurando vantagem ilícita.
A polícia esclareceu, ainda, que os envolvidos não formaram uma única quadrilha. Os crimes foram cometidos de forma isolada e alguns policiais eram reincidentes, sendo denunciados em mais de 30 delitos no período das investigações.
Todos foram encaminhados à PF e serão indiciados por vários crimes , entre eles, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Outras pessoas serão ouvidas pelo delegado e os inquéritos desmembrados para depois serem remetidos à Justiça Federal.

Bolsonaro pode derrubar sua candidatura para 2018

O historiador Marco Antonio Villa, em seu programa matinal da Rádio Jovem Pan, desafiou o deputado federal carioca Jair Bolsonaro – ex-Partido Progressista (PP), desde março de 2016 no Partido Social Cristão (PSC) – a participar de um debate na emissora. A conversa teria ocorrido logo na segunda quinzena deste maio, e o #bolsonaro aceitou o convite, e na manhã desta terça-feira (23), às 9 da manhã, ele conversou ao vivo com Villa.

A entrevista começou com tom amistoso entre o deputado e o apresentador. Bolsonaro, que é defensor dos militares, respondeu às perguntas relacionadas à economia e #Corrupção, entre outros assuntos.

O deputado também citou a forma hostil como tem sido recebido em diversas instituições, como ocorreu na sede da Universidade Presbiteriana Mackenzie, no bairro da Consolação, na capital paulista, no dia 8 de março quando participou de evento.

Revelando desconhecer questões importantes e inerentes ao cargo de presidente da República, Jair Bolsonaro reclamou não ter parlamentares, governadores e prefeitos como aliados em suas viagens internacionais como a que fez, recentemente, à Israel.

“Conexão Repórter” deste domingo (21) exibirá super reportagem com Bolsonaro

Entre os nomes polêmicos e que mais dividem opiniões na política brasileira, está o do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Mesmo assim, o político é visto por uma parte da população como uma opção na corrida presidencial de 2018.
É esse fator que será explorado pelo jornalista Roberto Cabrini no “Conexão Repórter” deste domingo (21). Em um documentário intitulado pelo próprio site do SBT como “O fenômeno Bolsonaro”, o jornalista registrou por duas semanas os passos do deputado.

O programa mostrará as opiniões mais polêmicas e o desejo de ser presidente da República de um homem adorado por uns e odiado por outros. Ainda segundo o site, questionamentos foram feitos a Bolsonaro sobre as mais duras questões.

Jair Bolsonaro já foi destaque do “Conexão Repórter” por pelo menos duas vezes. Na última, dividiu o programa com um de seus maiores opositores políticos, o também deputado-federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).

‘Não vou concorrer para pagar mico’, diz Bolsonaro sobre novas eleições

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC), que apareceu em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto de 2018, disse que caso haja a renúncia de Michel Temer (PMDB) e convocação de eleições indiretas, não iria concorrer neste momento.

“Não tenho um grande apoio entre os parlamentares e não vou concorrer para pagar um mico”, disse o deputado à revista Exame nesta quinta-feira (18). O parlamentar afirma que a melhor solução para a crise política instaurada no país seria a renúncia do presidente.

“A solução mais indicada é ele renunciar, pois é mais rápido”, afirmou Bolsonaro 2018. Nesse caso, ele acredita que o melhor para o país seriam as eleições indiretas, com o novo presidente sendo escolhido pelo Congresso Nacional.

O deputado se opôs à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que pode levar o Brasil a novas eleições diretas. Ele afirma que só competiria, em eleições indiretas, se houvesse o apoio de uma ampla base parlamentar que o escolhesse.

Nas eleições para a presidência da Câmara dos Deputados, Bolsonaro teve quatro votos de parlamentares. Ele acredita que caso houvessem eleições indiretas teria uma quinzena de votos de colegas.

Bolsonaro diz que controle da corrupção passa pela extinção e transferência de estatais

Em sua sétima legislatura, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), militar da reserva do Exército, afirmou que não será candidato a presidente em caso de uma eleição indireta e coloca o seu nome à disposição do partido para 2018. Bolsonaro desembarcou no Aeroporto Hercílio Luz, na manhã de quinta-feira (18), para um ciclo de palestras em Florianópolis, Joinville, Jaraguá do Sul e Blumenau. Sobre o momento político do Brasil, ele afirmou que a solução para conter a onda de subornos é reduzir a máquina do Estado, com a extinção e a transferência à iniciativa privada de estatais.
Elogiado e criticado ao mesmo tempo, o deputado confirmou que na Câmara dos Deputados quase tudo é votado a preço de ouro. “Temos que abrir a barriga deste corpo apodrecido que basicamente representa a política nacional. Eu sei como funcionam as coisas na Câmara, onde tudo é votado a preço de ouro, com apoio político, e isso mais cedo ou mais tarde iria acontecer”, desabafou.

O deputado defende uma investigação dos empréstimos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) – vários deles estão com o carimbo de confidencialidade. Segundo Bolsonaro, isso acontece porque algumas ditaduras receberam aportes financeiros. Apesar de ter votado a favor da reforma trabalhista, ele se manifestou contrário à reforma da Previdência, da maneira pela qual o governo apresenta, e acredita que os militares estão mais preparados para governarem o país.

Bolsonaro tinha ambição de ser rico e era agressivo, diz ficha militar

O atual deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) já foi avaliado como dono de uma “excessiva ambição em realizar-se financeira e economicamente”, segundo indica um documento sigiloso produzido pelo Exército na década de 1980. A avaliação foi feita por oficiais superiores da época em que Bolsonaro era militar.

De acordo com a Folha de S. Paulo, em 1987 a avaliação foi protocolada sob sigilo no gabinete do então ministro do Exército, Leonidas Pires Gonçalves, durante um processo a que Bolsonaro foi submetido no Conselho de Justificação.

A “ficha de informações” a qual a reportagem teve acesso foi produzida em 1983 pela Diretoria de Cadastro e Bolsonaro 2018 Avaliação do ministério. Na época, Bolsonaro tinha 28 anos e era tenente. O texto diz que o militar “deu mostras de imaturidade ao ser atraído por empreendimento de ‘garimpo de ouro’. “Necessita ser colocado em funções que exijam esforço e dedicação, a fim de reorientar sua carreira. Deu demonstrações de excessiva ambição em realizar-se financeira e economicamente”.

O então tenente foi a interrogatório e admitiu ter feito garimpo “na cidade de Saúde, próximo de Jacobina [BA]”, durante as férias, na companhia de três tenentes e dois sargentos paraquedistas, dois dos quais “estavam sob seu comando”. Bolsonaro afirmou que a atividade não gerou lucro e a classificou como “hobby ou higiene mental”.

O coronel Carlos Alfredo Pellegrino era o superior de Bolsonaro. Ele disse que tentou convencer Bolsonaro a desistir da ideia do garimpo, mas conheceu “pela primeira vez sua grande aspiração em poder desfrutar das comodidades que uma fortuna pudesse proporcionar”.

Na época, considerou-se que Bolsonaro teria “confirmado sua ambição de buscar por outros meios a oportunidade de realizar sua aspiração de ser um homem rico”.

O Conselho de Justificação concordou com a avaliação da ficha de informações. “A imaturidade é de um profissional que deveria estar dedicado ao seu aprimoramento militar, através do adestramento, leitura e estudos, e não aventurar-se em conseguir riquezas.”

O coronel Pellegrino avaliou ainda que Bolsonaro “tinha permanentemente a intenção de liderar os oficiais bolsonaro presidente subalternos, no que foi sempre repelido, tanto em razão do tratamento agressivo dispensado a seus camaradas, como pela falta de lógica, racionalidade e equilíbrio na apresentação de seus argumentos”.

RESPOSTA DE BOLSONARO

A reportagem da Folha tentou entrar em contato com Jair Bolsonaro, por telefone, e foi atacada pelo deputado federal. “Vá catar coquinho, Folha de S.Paulo. Vocês estão recebendo de quem para fazer matéria? Vocês estão recebendo de quem para me perseguir?”, disse o parlamentar.

“Publica essa porra de novo agora sem falar comigo. Eu só falo com vocês gravando. Continue escrevendo essas porcarias aí na Folha”, completou.